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Lorena

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agradecimentos [
23.12.07 - 11.48pm
]
 "sapatinho na janela do quintal"

O Natal é...mágico. Com certeza, uma das minhas datas favoritas. Claro que ele já foi mais divertido. Há um tempo atrás, toda a família (TODA, TODA) podia se reunir sem as burocracias de hoje em dia (os primos se casam e tudo fica mais complicado). As crianças passavam a noite debruçadas na janela imaginando que qualquer luz nos postes seria um sinal do bom velhinho. Eu, inclusive, posso jurar que já vi as renas sobrevoando Fonseca. E tenho testemunhas! Mas, enfim, hoje eu sou a encarregada de continuar a farsa mais divertida de todos os tempos e enganar as criancinhas inocentes da nova geração. 
É uma pena que eu tenha sido enganada pelos filmes americanos por toda a minha vida e até hoje não me conforme de não ter neve no natal. E de nunca ter encontrado a velhinha do Esqueceram de Mim para ganhar uma daquelas pombinhas. Mas, como bem disse o Cebolinha na edição número 12 das revistinhas da Turma da Mônica, nós precisamos nos contentar com o que temos. Só os sorrisos espalhados e os abraços dos amigos já fazem valer esse dia. 

Bem, o fim de ano está chegando e o que isso significa para os blogs da Lorena (no plural, já que a cada ano tem um...)? Hein, hein? *5 únicos leitores em uníssono* Retrospectiva!
Sim! E não! Esse ano estou sem paciência para tentar lembrar de cada livro, de cada momento engraçado (ô!), de cada frase, de cada música. Ao invés disso, vou agradecer. Sim, agradecer. Eu e Tandi temos praticado bastante isso, rsrs. Então coloque sua música favorita do Roberto Carlos e aguarde as emoções, rs.


--> Agradecer ao Sistema Elite de Ensino...er...ok, a alguns professores especiais do Sistema Elite de Ensino por terem me ajudado nessa jornada rumo à UFF. Funcionou, graças a Deus!
--> A cada pessoa fantástica que conheci esse ano. Nunca uma turma superou tanto as minhas expectativas. Nunca um grupo facilitou tanto a adaptação a um lugar novo. Vocês tornaram esse ano muito mais simples, muito mais divertido, muito mais leve. Obrigada mesmo ;)
--> A um povo que atende por três letras. Nunca vou poder agradecer o suficiente. Agradecer por lerem a minha mente com grande frequência. Por todos os momentos idiotas, por todos os momentos sérios. Por todas as músicas cantadas, teorias discutidas, vídeos gravados, patinações, planos para o futuro, dias passados no tapete da casa da Ju discutindo sobre tudo e sobre nada.  Nem tenho o que dizer, acho que vocês já sabem. Não vou citar nomes, porque se eu esquecer de alguém, vou ter que ouvir depois, rsrs. Amo demais vocês.
--> Ao Keane, Monkeys e Coldplay por terem vindo ao Brasil e feito a alegria de muitos fãs. Mas que eles voltem bem depressa para fazer a alegria dessa fã aqui ¬¬
--> Ao sistema de transporte aéreo e rodoviário do país pelos (muitos) serviços prestados aos Cedegês. 
--> À JK Rowling por ter, finalmente, escrito o último livro de Harry Potter. E xingá-la por ter escrito tão depressa e acabado com a angústia da espera, as especulações e as conspirações.
--> Aos meus queridos amigos abóboras iludidos por terem alegrado as minhas tardes de sábado. 
--> Aos Fratellis, ao Flogging Molly, ao Pedra Letícia, aos Backstreet Boys e cia por terem proporcionado tantas risadas e momentos cantantes.
--> À Tia Laura por acolher esse bando de malucos (mais uma vez) em sua casa. E agradecer ao amigo da Tia Laura por tomar banhos tão rápidos. 
--> Ao Pedro Gabriel e à Tandi, por terem ampliando meus horizontes musicais, rsrs. 
--> À FAO por vender feijões de todos os sabores tão...er...realistas...
--> Ao Farbiarz pelo divertidíssimo trabalho que tanto uniou e alegrou nossa turma durante 4 meses completamente tranquilos.
--> Aos 3 irmãos da Mic por existirem. Agradecer à Mic por me lembrar disso a cada cinco segundos. 
--> Ao Jim Halpert por ajudar a recuperar minha fé nos mocinhos de séries. 
--> Ao James Ford por me lembrar que os "vilões" são mais divertidos. 
--> Ao Jim Halpert por insistir que os mocinhos podem ser bem legais. 
--> À fábrica de sprays de própolis por aliviar a fome da população.
--> A cada responsável pelos sorrisos e pelas risadas desse ano de 2007. Que eles estejam sempre presentes. 
--> À família mais perfeita que eu poderia desejar. 

Obrigado a todos vocês que fizeram parte da minha vida. Obrigada por mais um ótimo ano. Obrigada aos passarinhos, às borboletas, aos entes da natureza, aos bodes multicoloridos que perseguiam a Ju, à mamãe, ao papai, à Xuxa, à Sasha e yadda yadda yadda. 

Sim, eu sei que vocês estão aos prantos. Espero que ninguém tenha cortado a franja e colocado Simple Plan nesse meio tempo...
Só posso desejar um feliz natal para todos e suas respectivas famílias, amigos e conhecidos. Muita paz, amor, saúde e ursos polares da propaganda da Coca Cola para alegrarem a noite feliz ;D
Que o ano que vem seja ainda MAIS divertido, MAIS produtivo e que nossa lista de agradecimentos seja ainda maior. 

And that's it.
Só mais 1 dia para o Natal. 
Só mais 8 dias para 2008.
Só mais 46 dias para Lost.
E só mais alguns anos para o próximo CdG BHHD, já que eu sou a organizadora. 

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|mood|  bouncy
|music|
Shiver - Coldplay
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noel. papai noel. [
22.12.07 - 8.07pm
]
 "então é natal... "

Back, baby.
Depois de um dos semestres mais estressantes da minha vida (só perdendo para o 2° de 2006), estou aqui. Com a certeza de que depois só vai piorar, porque a vida é assim mesmo. Bring it on. Nós aguentamos ;)

As novidades são muitas, mas ainda estou me recuperando da exaustão mental. Quem sabe amanhã faço uma retrospectiva. Enquanto isso, minha carta ao velho Noel. 

"Querido Pai Noel,
Eu estou começando a duvidar da sua existência, mas como já vou gastar uma grana com o correio, uma carta a mais não vai fazer diferença.
Eu poderia pedir uma série de coisas materialistas, porém eu sei que o senhor deve estar muito ocupado fabricando iPods e Playstations para as criancinhas, então, vou facilitar bastante a sua vida.
Só vou pedir felicidade, paz, saúde, amor e paz para mim, meu pai, minha mãe, meu irmão, minhas avós, meu avô, tios, tias, primos, primas, Xuxa, Sasha e meus 163 amigos do orkut. Coisa besta mesmo, viu? Nem precisa agradecer. Ah, e eu também gostaria que o senhor trouxesse o Coldplay, o Keane e os Arctic Monkeys de volta para o Brasil. E que o ingresso custe R$1,99. Ok, já são três pedidos. Mas o senhor não faz nada o ano todo e nem sei se paga o 13º dos duendes e das renas, então não custa ajudar, certo?
Lembrei de mais uma coisa. Acabe com a greve dos roteiristas americanos. Eu estou de férias e uma hora a pilha de livros acumulados vai acabar e eu vou PRECISAR assistir televisão. Olha só...já que estamos aqui, vou logo te passar uma lista.

#1 Quero criatividade para os publicitários da Leader Magazine inventarem outra música para o Natal. Já estamos numa nova vibe, bom velhinho, precisamos renovar.
#2 Quero que a Globo passe “Esqueceram de Mim" no horário do especial do Roberto Carlos.
#3 Quero aprender a tocar guitarra.
#4 E piano.
#5 E a falar francês.
#6 E a paz mundial, claro.

Só para o senhor não reclamar muito, vou até te dar uma dica. Entendo que o senhor use as renas para se deslocar – a gasolina anda um absurdo – mas olha só que prático:
www.amazon.com. Viu? Assim você pode aproveitar o seu Natal do lado da Mãe Noel, antes que ela se sinta preterida e te dê um ultimato do tipo “As crianças ou eu!”. Além disso, Rudolph e seus amigos agradecerão.
Então, bom Natal e um ano novo também, que seja feliz quem souber o que é o bem ;)

Lorena Piñeiro Nogueira

P.S.: Eu ainda moro no mesmo endereço."

Agora é só esperar - sentada - minhas encomendas chegarem. 

=*

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|mood|  hopeful
|music| Drunken Lullabies - Flogging Molly
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little miss sunshine [
9.9.07 - 3.30pm
]
 "There are two kinds of people, winners and losers."

Eu deveria escrever um texto para a aula de Linguagem Jornalística, mas estou com bloqueio criativo e preciso superar a necessidade de sempre escrever no papel antes de passar para a tela do computador, segundo meu professor. Claro que eu deveria lidar com esse problema agora, mas acredito que depois de um review revigorante vou estar pronta para fazer o trabalho, rs. 
Ontem finalmente (atenção para o FINALMENTE) consegui assistir Pequena Miss Sunshine, depois de quase 1 ano. Minhas expectativas eram gigantescas, já que todas as pessoas só tinham elogios para a história de Olive e sua família e o filme certamente não decepcionou. Ah, o texto contém spoilers, claro.

Little Miss Sunshine

Apesar de ser considerado uma comédia, o filme é tão abrangente que mal consigo definir um gênero...para quem está esperando uma crítica aos concursos de beleza para crianças, assista sabendo que vai muito além disso. Pequena Miss Sunshine é sobre a decadência de uma família que tenta se reconstruir através dos sonhos da pequena Olive. Seu pai faz palestras motivacionais para promover seu esquema de auto-ajuda baseado em nove passos para ser um vencedor. Não tolera a derrota e acredita que não faz sentido concorrer a nada se não houver a certeza da vitória. Acha que pedir desculpas é um sinal de fraqueza e deixa bem claro para a filha de sete anos que ela não pode ser uma derrotada e que para isso precisa abdicar de várias coisas, como comer sorvetes para estar enquadrada no modelo aceito pela sociedade. A mãe parece à beira do desespero e a um passo do divórcio tentando controlar a família e manter a ordem. O tio acabou de sobreviver a uma tentativa de suicídio depois que foi demitido e viu seu trabalho de tantos anos não receber o valor merecido. Além disso, ele ainda perdeu o homem por quem estava apaixonado para seu maior concorrente. O avô é um exemplo do politicamente incorreto. Foi expulso do asilo que estava e é viciado em heroína. O irmão, Dwayne, é um jovem tão determinado a se tornar um piloto que começou um voto de silêncio até conseguir. Diz odiar todos e parece não suportar a própria família. E, por último, Olive. Uma menina encantadora de 7 anos que sonha em se tornar uma miss e ganhar o concurso de Pequena Miss Sunshine. Seu avô a treina e ensina os passos de dança.
Tudo começa quando Olive é aprovada para participar do concurso, na Califórnia. Porém, a família está passando por diversos problemas financeiros e conta somente com o provável acordo do pai para transformar seu programa de disciplina em uma série de livros, dvds e cia, portanto não podem levar a menina até lá de avião. A solução encontrada é uma viagem em uma velha kombi amarela, que apresenta diversos problemas técnicos, dificultando o percurso juntamente com as frequentes discussões entre os membros da família. Ao longo do caminho, os sonhos de um a um vão sendo despedaçados. O pai, que sempre discutiu tão calorosamente sobre perdedores e vencedores, não consegue o acordo e a família parece estar à beira da falência. O irmão descobre que é daltônico e, por isso, nunca vai poder ser piloto. O tio observa seus anos de estudo sobre Proust e toda a sua vida sair dos trilhos. O avô falece depois de uma overdose de heroína. Conforme a família parece afundar cada vez mais, perdendo toda a sua estrutura, a única expectativa, a única esperança restante é Olive. E enquanto suas vidas desmoronam, levar a menina até a Califórnia com um cadáver no porta-malas de uma kombi caindo aos pedaços, parece ser a coisa mais importante do mundo, a única chance de conseguir uma reviravolta, um recomeço, uma vitória. As adversidades parecem sair do foco enquanto todos estão unidos em busca de um único objetivo. A menina parece ser a única possibilidade de redenção. 
Em um segundo plano, o filme trata do mundo medonho dos concursos de beleza infantis, que mais parecem freak shows com crianças de cinco, seis anos, desfilando como adultas extremamente magras, com penteados extravagantes e excesso de maquiagem. Logo se percebe que Olive é uma estranha ali, comportando-se como uma criança absolutamente normal. No fim das contas, obviamente, ela não ganha o título, mas o que enxergamos ali é muito maior: a reconstrução de uma família que aprendeu a superar as derrotas com o apoio. E a zombaria da opressão e da tentativa de transformar meninas de quatro anos em mini adultas para realizar a frustração de suas famílias. É horrendo jogar crianças nesse mundo de competições sem sentido e luta pela beleza. Elas têm que aprender a lidar com cobranças e com a necessidade de vencerem e serem as mais bonitas, as mais magras, as mais talentosas quando deviam estar brincando de pique-esconde. É absolutamente...cruel. 

O filme é maravilhoso e o elenco também. Abigail, que interpreta a Olive, foi fantástica e foi bom assistir Steve Carell (sim, ele estava no filme e eu nem sabia) fazendo um papel bem diferente do Michael, de The Office. Bem, bem diferente. 

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|mood|  tired
|music|
This river is wild - The Killers
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a semana [
8.9.07 - 2.13pm
]
 "Like the witch in Hansel & Gretel"

Heya o/ 
Para todos aqueles que acharam que o segundo período seria como o primeiro...doce engano. No fim do primeiro semestre, eu estava enlouquecendo com trabalhos e seminários, mas no segundo semestre, as carinhas preocupadas chegaram bem antes! Em menos de 4 dias, já temos provas marcadas, trabalhos, seminários e Os Sertões virou livro de cabeceira. 
Já tivemos aula de Sociologia, Linguagem Jornalística, Linguagens e Técnicas Audiovisuais (a coordenação do IACS adora inventar nomes complexos e gigantescos para matérias, de forma que sempre precisamos arrumar apelidos para facilitar a comunicação), PVG (não é uma doença...Planejamento Visual Gráfico), Economia...uhnn...já que tocamos no ponto da Economia, EU NÃO ACREDITO QUE DEPOIS DE PASSAR 17 ANOS DA MINHA VIDA ESPERANDO PARA ME LIVRAR DOS MALDITOS NÚMEROS, EU TEREI QUE ESTUDAR ECONOMIA NA FACULDADE DE JORNALISMO!!! Ufa...estou me sentindo melhor. Podem usar os argumentos que quiserem, eu sei que será útil para meu futuro. Sei que teremos que lidar com isso em jornalismo econômico, mas entrar naquela sala e sentir que os ponteiros do relógio congelaram enquanto o professor desenhava gráficos, foi demais para mim. Traumas do passado. Ainda não estou pronta para lidar com isso...não, não, não *tique nervoso*. Contudo, aparentemente e felizmente, as aulas serão somente teóricas.
Até agora, minhas favoritas foram Sociologia e Linguagens Técnicas e Audiovisuais, mas PVG também foi bem interessante. No momento, eu estou extremamente orgulhosa por ter aprendido, em 5 minutos, o que é gestalt. Depois de 5 loongos meses de aula, onde todos se limitavam a dizer que gestalt era "figura/fundo" ou "gestalt...gestalt é tudo", finalmente entendi! Se alguém estiver interessado em aprender, pode perguntar que eu explico, rsrs. 
Além de tudo isso, agora estamos tendo aulas em dois campus novos: IACS 2 e Economia. Sim, existe um IACS 2. Como o André disse, por ele ser o "IACS 2" poderia significar duas coisas: uma versão melhorada do nosso IACS ou o campus secundário. Bem...vamos dizer que venceu a segunda opção...vamos dizer que nunca ninguém poderia deduzir que aquilo é uma faculdade, rs. Sr. Zé do Caixão poderia, tranquilamente, produzir um filme lá, tem até morceguinhos. E o que parece ser uma masmorra...Já Economia é ótimo, apesar da rua ser extremamente perigosa depois das 22:00. E antes também. 

Ontem foi 7 de setembro, viva a Independência do Brasil, proclamada por um português que se tornou nosso Imperador logo depois...

P.S.: Terminei de ver as 3 temporadas de The Office e só tenho uma coisa para dizer: genial. Tem o selo "Lorena" de aprovação, rs. 
P.S.2.: É, não vou mais no show dos Monkeys. Cento e oitenta reais a inteira...meu coração quase parou quando vi. Tudo bem que eu "SÓ" pagaria 90, mas ainda assim é um preço completamente absurdo, já que em Curitiba a meia está 30! Inacreditável...
P.S.3.: E semana que vem tem patinação no gelo e TGI Friday...e tem UERJ também, mas isso é com a Mic, huahuahuahua! Até lá o/

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|mood|  thoughtful
|music|
Baby, I'm yours - Arctic Monkeys
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lady in the water & memento [
30.8.07 - 11.02am
]
 Some memories are best forgotten

Hey! Acordei 9:00 da manhã (acreditem, isso é quase madrugada para quem estuda à noite e está de férias desde o início de julho) graças a minha estupidez noturna que cisma em colocar o despertador para tocar sem nenhum motivo aparente. E depois que você acorda ao som de “Here it goes again”, simplesmente não consegue dormir outra vez. Então resolvi ler um pouco, escrever um pouco...e lembrei que tinha uma espécie de crítica que eu fiz para postar de um filme que já vi há meses! Além dessa, vou postar um outro review que já fiz há mais meses ainda e foi publicado no outro blog. Então, diretamente do além (no limbo dos blogs finados) e do passado: Memento e Lady in the water. 

Memento

Whoa, quanto tempo! Muitas histórias na fila de espera para serem contadas, mas antes eu preciso fazer o review de um filme. Amnésia...já tinha ouvido falar MUITO desse filme, que era muito inteligente, muito criativo, yadda, yadda, yadda. Porém só ontem quando eu resolvi fazer a minha lista de filmes que pretendo assistir até 31 de dezembro de 2007, com a ajuda da Carol e da Trick, resolvi incluir "Memento" na lista. A sinopse lembra Efeito Borboleta por tratar da memória (ou perda dela...) e por apresentar um quebra-cabeça a ser resolvido. Contudo, Amnésia é beeem mais complexo, do gênero "pisque-e-aperte-rewind".

Acompanhamos o filme pela visão de Leonard, um homem que, após o estupro e morte de sua esposa, sofre de perda de memória recente. Ele lembra perfeitamente quem era e de sua vida pré-trauma, mas não consegue fixar as memórias na mente por mais de alguns minutos, ou seja, por mais que ele tenha conhecido alguém há 5 minutos, se essa pessoa der a volta na esquina e aparecer de novo, ele não irá se lembrar. Isso tudo faz com que você entenda a profundidade de "Procurando Nemo" e lança uma reflexão: "como alguém pode viver assim?". Leonard não pode confiar nem em si mesmo, já que suas memórias o traem o tempo todo e tem toda a sua vida em papeizinhos espalhados pelos bolsos e fotos polaroid que ele tira das pessoas assim que as conhece e faz anotações sobre quem elas são. Memória é descartável, fatos não. Além disso, o personagem tem várias tatuagens pelo corpo com as informações imprescindíveis que não podem simplesmente ficar espalhadas por aí: Fatos sobre o assassino de sua esposa, lembretes importantes e seu estímulo para continuar vivendo, algo como  "John G. raped and killed my wife". Achar John G e matá-lo. Como assistimos o filme conforme a visão do Leonard, não temos mais informações que ele e vamos descobrindo os fatos aos poucos. Ah, quase esqueci de um fato: o filme é ao contrário.
Encare "Amnésia" dessa maneira: duas linhas do tempo paralelas. Uma vai para a frente e outra volta. No final do filme, elas se encontram. A intersecção é a resposta, ou pelo menos devia ser. O filme começa com uma foto polaroid mostrando uma pessoa morta e uma sequência pequena ao contrário, como se alguém estivesse voltando a fita. Depois, protagonista em voiceover. Preto e branco. 

So where are you? You're in some motel room. You just - you just wake up and you're in - in a motel room. There's the key. It feels like maybe it's just the first time you've been there, but perhaps you've been there for a week, three months. It's - it's kind of hard to say. I don't - I don't know. It's just an anonymous room." 

A partir desse mini-monólogo, as linhas do tempo ficam bem claras. A sequência que segue mostra Leonard assassinando o homem que ele acredita ser o assassino da sua esposa, já que leu atrás da foto polaroid do mesmo uma anotação sua: "Don't believe his lies. He's the one. Kill him.". O fim dessa sequência coincide com o início da primeira sequência que vimos no filme...a foto polaroid do homem morto! Ahá, você diz! Got it. A próxima sequência, portanto, vai de um ponto qualquer, até o início da última e assim por diante. Assistimos a história completa, porém, de trás para frente, contribuindo para a criação do clima confuso do filme, baseado nos pensamentos do Lenny. Mas e a outra linha do tempo? Sempre que uma sequência chega a seu fim (o ínicio da sequência anterior), acompanhamos um flash em preto e branco de Leonard em um quarto de hotel falando ao telefone, mexendo em suas notas, enfim, a segunda linha do tempo, que segue o curso lógico (para frente, duh). As sequências da segunda linha do tempo (em p&b) são extremamente curtas e, aparentemente, não servem para nada (só percebemos a importância delas no final), a não ser dividir as sequências do filme propriamente dito para não dar um nó maior ainda na cabeça. Enfim, não vou falar mais, pois qualquer detalhe pode entregar o final e eu não quero tirar a surpresa de vocês. O filme é muito interessante, principalmente para quem gosta desse gênero, mas não é para assistir comendo pipoca com os amigos. Eu parei 5 vezes para reorganizar os pensamentos e deu vontade de pegar um papel e anotar os detalhes para não esquecer...acho que esse era o objetivo do produtor...provocar em quem está assistindo a mesma sensação do protagonista. 
Última fala do filme. Não revela nada ou pode revelar tudo, dependendo do seu interesse ao assistir:

I have to believe in a world outside my own mind. I have to believe that my actions still have meaning, even if I can't remember them. I have to believe that when my eyes are closed, the world's still there. Do I believe the world's still there? Is it still out there?... Yeah. We all need mirrors to remind ourselves who we are. I'm no different. Now...where was I?

O que seria de nós sem as lembranças? O que adianta saber seu nome, de onde você veio? De que adianta saber para onde você vai se são as suas ações que determinam quem você é (momento Dumbledore)? E como saber quem você é se não lembra de suas ações? Como confiar em alguém que você não conhece...como confiar em você mesmo? Sim, rs. Eu preciso tirar um significado de absolutamente TUDO que assisto. Sim, eu sou chata.
Leonard só podia acreditar em suas notas. É como viver segundo uma lista de compras. É como ter que resumir em uma frase atrás de uma foto tudo que uma pessoa representa. É não poder criar nenhum laço profundo, pois ele seria esquecido em 5 minutos. 

Lady in the water

Há muito tempo estou esperando para assistir Pequena Miss Sunshine e realmente acreditei que veria nesse fim de semana, mas, aparentemente, alguém também quer muito ver o filme e ele já havia sido alugado. No lugar, alugamos “A dama da água” e com certeza não causou arrependimentos.
(nota do futuro: não, eu AINDA não assisti Pequena Miss Sunshine)
M. Night. Shyamalan não tolera a indiferença. Ame-o ou deixe-o . Foi brilhante em “Sexto Sentido”. Decepcionou em “A Vila”, já que estava esperando algo bem diferente, mas sempre traz uma reflexão à tona e causa algum impacto, dividindo os bonequinhos entre aplausos e cochilos na poltrona do cinema. “A dama na água” é tão suave quanto uma canção de ninar, uma poesia e foi rotulado como “bedtime story for adults” pelos próprios atores. E é exatamente isso. A primeira hora de filme é envolta por questionamentos do gênero: “Meu Deus, como ele simplesmente aceita que existem ninfas vivendo em uma piscina?” ou “Yeah, right, ele é um cachorro assassino feito de grama...”, mas à medida que somos embalados pela história, o adulto e seus julgamentos perdem o lugar para as crianças e seu olhar inocente, sem pré-conceitos e juízos de valores. A mesma criança que espera velhinhos barbudos descendo por chaminés e coelhos carregando chocolates, sem nem ao menos questionar a existência desses seres. A criança que acaba saindo de cena quando uma voz incômoda começa a perguntar de onde as cegonhas trazem os bebês. E a criança que muitas vezes é completamente esquecida com a “maturidade”. Contudo, a maturidade não nos abriga a atingir o ceticismo completo, uma incredulidade e cinismo que nem sequer permitem que se mergulhe em um sonho. “A dama na água” mantém o adulto em modo de espera, enquanto a criança se pergunta como Story voltará para seu reino e assimila que cada um tem um propósito na vida, um papel a cumprir e que temos tanto a aprender...Quando os créditos descem e a lição já foi transmitida, o adulto pode até se revoltar por ter gastado R$3,90 com o aluguel do filme, mas ele também pode aproveitar a oportunidade e crescer com a experiência. O bom filme não é só aquele que nos entretém, mas o que nos faz pensar nos caminhos que devem ser seguidos e consegue fazer isso até mesmo evocando criaturas fantásticas e histórias surreais. Levando tudo isso em consideração, eu diria que é um bom filme. Até conseguiu arrancar algumas lágrimas, não que isso seja muito difícil.

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|mood|   sleepy
|music|
Run - Snow Patrol

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trote [
27.8.07 - 10.34pm
]
Dwight rules!


Hoje foi o primeiro dia de "aula" depois de férias de 2 meses...resumindo, eu mal lembrava o caminho para a faculdade, rs. Passei o caminho inteiro do terminal até o IACS esperando que algum calouro viesse me pedir dinheiro só para poder sentir o gosto da vingança e falar "Veterano não ajuda calouro, muahaha" (eu ouvi isso muitas, muitas, muitas vezes), porém ou eu tenho cara de má - coisa que todos sabemos que não é verdade - ou eles deduziram que eu e Iane não iriamos ajudar porque estavamos com a blusa da UFF. Chegando lá, fomos direto para a mesma sala onde entrei pela primeira vez, 6 meses atrás. Dejá vù, rs! Lembrei da primeira vez que encarei aquela casa rosa caindo aos pedaços e pude chamar de "faculdade". Do medo, das expectativas e da ansiedade para começar a trilhar o caminho que eu escolhi. Dentro da sala, encontramos várias carinhas desconhecidas, assustadas e pintadas, encarando o centro do círculo onde havia um palco (aka uma caixa de madeira virada) e um calouro se apresentando. Pode parecer uma coisa bem simples dizer seu nome, idade e lugar onde mora, mas não quando um grupo gigantesco de pessoas que nunca te viram na vida estão te encarando. E o pior: elas podem te dar ordens só porque entraram na faculdade antes! Se elas gritarem "chão, chão, chão", você não tem escolha, é "chão, chão, chão" ou será o anti-social, idiota e provavelmente vão te encher a paciência pelos próximos 4 anos. Em vários momentos, há 6 meses atrás, eu tive vontade de falar "E se eu não quiser?", mas achei melhor conter os meus impulsos barraqueiros, rs. No início, a cena lembra um daqueles programas do animal planet, com as zebrinhas encurraladas pelo leão, mas depois todos começam a ficar mais descontraídos e entram na brincadeira também. O que mais assusta no trote é a expectativa...eu contava os dias para entrar na faculdade, mas pisei no campus da UFF tremendo da cabeça aos pés, rs. E no fim das contas, tudo que tive que fazer foi pedir dinheiro na rua e andar Icaraí inteiro para conseguir 30 reais! Cansativo, mas divertido. Porém, os nossos veteranos tiveram 6 meses para aperfeiçoar seus planos de ação e ficaram bem mais malignos, assim, os novos calouros sofreeeeram. Tiram que comer 3kg de farinha para achar uma bala Halls escondida lá no meio, encenar qualquer coisa que os veteranos pedissem, escrever um poema erótico e declamar no "palco" enquanto mastigavam cream cracker e coisas assim. Eu só cheguei a uma conclusão: serei uma veterana extremamente boazinha! Passei o tempo todo atrás dos veteranos "Ah, deixa o coitado, ele não quer participar" ou "Err...não joguem água neles!", rs. Uma vergonha para a raça de pseudo-veteranos, tsc tsc tsc. Em pensar que eu tinha dito que faria meus calourinhos matarem formigas a grito, né, Mic?

Enfim, por mais que muita gente grite contra o trote, é uma tradição...interessante. Uma espécie de ritual de passagem do ensino médio para a faculdade. Aquele primeiro choque: "Ok, agora eu sou universitário!". Porém, tudo tem limites, cada um tem livre arbítrio e participa SE e QUANDO quiser, afinal a intenção é criar laços de amizade e interagir e ninguém faz isso obrigado. Eu só acho que todo aquele dinheiro arrecado na rua poderia ter um fim mais interessante do que latas de cerveja, sinceramente. Só de pensar que cada um vendeu 100 reais de rifa mais o dinheiro que arrecadamos na rua...isso dava para transformar o IACS em um lugar...bom, seria exagero dizer "bonito", mas pelo menos aceitável. Nada contra as festas, mas absolutamente toda quinta feira o povo migra para a Cantareira, então uma a mais ou uma a menos não deve fazer diferença, certo? Tiraria um pouco do estigma do trote se esse dinheiro, ou uma parte dele, tivesse um destino mais nobre *se esconde atrás da mesa para fugir das pedras*. Bom, acreditem, eu já sugeri tudo isso e já encontrei muita gente que apoia essa causa, mas nós aindas somos uma minoria inexpressiva, rs. E é extremamente difícil quebrar tradições! Mas os trotes solidários estão aí para provar que é possível se divertir e conhecer as pessoas com quem você vai estudar por alguns anos e ser prestativo ao mesmo tempo. Ninguém precisa de *contanto nos dedos o dinheiro acumulado por cada calouro* er...muitos reais para confraternizar. Com certeza é possível fazer alguma coisa mais modesta e útil, ao mesmo tempo. Ainda teriamos pessoas pintadas. Ainda teriamos gincanas, brincadeiras, encenações e cia. Ainda teriamos o ritual de passagem e é isso que realmente importa. Podem chamar de moralista, mas vai me dizer que não seria melhor?

P.S.: Mudei o mood theme! Passamos das figurinhas imóveis de Prison Break para as animadas de The Office. Créditos para
ladama23 que deve ter tido um trabalho gigantesco para escolher cada cena!

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|mood|  
enthralled
|music|
Unwritten - Natasha Bedingfield
{5}cellies // plan your escape


séries, músicas, blogs... [
24.8.07 - 12.37pm
]
 "Welcome to the Hotel Hell. Check in time now. Check out time is never"


Long time, no see, uh? Muito bem, a moleza das férias termina na segunda feira (que é quando começa a moleza dos trotes, rs) e eu senti que esses meses foram absolutamente produtivos! Consegui desligar minha mente de trabalhos e cia, fui no PAN, encontrei o pessoal do Elite, li o último livro de Harry Potter, descobri umas cem séries novas...produtivas do jeito que férias devem ser, rs.
Falando em séries, estou me sentindo cada vez mais próxima de concretizar o meu plano maligno do mal (como já disse a Carol, huahuahua) e assistir todas as séries da atualidade, rs. Por isso, sinto a obrigação de vir aqui discursar um pouquinho sobre a minha mais nova...er...*contando nos dedos* 5ª série favorita (lembrando que essa lista muda a cada segundo), afinal essa é uma das poucas que mais nenhum amigo ou conhecido assiste! E já que bastante gente resolveu assistir Lost, Prison Break e House para que eu calasse a boca, não custa tentar com essa, não? The Office. Por mais que seja só uma série de comédia, sem nenhum cliffhanger aparente como perseguições policiais, monstros de fumaça, mutantes alienígenas e os personagens retratados sejam bem normais, sem nenhum segredo terrível no passado ou poderes, prendeu minha atenção. Aliás, acho que é exatamente essa receita que faz com que The Office seja uma ótima série, a simplicidade. Ela fala de seres humanos despretensiosos em um emprego um tanto quanto medíocre. É toda em formato de documentário, então várias vezes os personagens olham para a câmera e começam a falar como se estivessem no confessionário do Big Brother, rs. Aliás, os personagens são o grande forte da série. Steve Carell interpreta Michael, o gerente regional da fábrica de papel Dunder Mifflin, que recebe um grupo de documentaristas em uma excursão ao ambiente de trabalho. É um chefe que acredita ser o melhor amigo de todos os funcionários e nunca quer tomar decisões impopulares para não deixar de ser "cool". Acha que faz as melhores piadas e é amado por todos, quando, na verdade, metade dos funcionários (ou um pouco mais do que isso) não aguenta suas tiradas inconvenientes e tentativas de parecer próximo de todos. Rainn Wilson interpreta Dwight, o puxa-saco oficial do escritório. Extremamente autoritário, odeia qualquer tipo de brincadeira fora de horário e está sempre disposto a servir o escritório e mostrar que tem mais poder que os colegas de trabalho. Michael o nomeou assistente do gerente regional, um cargo que ele inventou só para que Dwight se sentisse melhor e fizesse o "trabalho sujo" para ele. O inimigo mortal de Dwight é Jim Halpert. Jim passa metade do dia pensando em maneiras de encher Dwight (acreditem, é extremamente convidativo, huahuahaua) e a outra metade conversando/olhando/vigiando/rindo/planejando-mais-coisas-contra-Dwight com Pam, a recepcionista. Ah, nos intervalos de tudo isso, ele vende papel. É um dos melhores funcionários do escritório, mas está num emprego que não lhe oferece absolutamente nenhum desafio, por isso não se sente estimulado a fazer nada. Já aprendeu tudo que tinha para aprender na Dunder Mifflin e está completamente estático na empresa, sem muitas perspectivas de ascensão...enfim, um emprego nada estimulante/empolgante. Pam é a recepcionista e está mais ou menos na mesma situação de Jim. Tem ambições profissionais completamente diferentes de atender um telefone e falar "Dunder Mifflin, this is Pam", mas recebe pouquissimos incentivos para seguir em frente, morrendo de medo de se arriscar e se arrepender. Ainda tem vários outros funcionários figuras como a super rígida Angela, a Philys, Toby, Creed, Ryan...enfim, vale a pena assistir. É um humor leve, divertido...os 30 minutos passam voando!

Ainda sobre séries, ontem foi o season finale de House no Universal Channel. Bah, não foi muito bom. Um episódio beeeem...normal, nem se comparou ao season finale m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o (um dos melhores que já vi) da segunda temporada, mas talvez eu estivesse esperando demais. Contudo, já estou certa de uma coisa...ontem dei meu último suspiro GeCa, tandi, hauhauhauhaua! Não adianta. Ser GeCa acabou virando a mesma coisa que H/H. Chase/Cameron até que alguém prove o contrário agora, rs. 

Mudando de assunto e falando de bandas, tenho descoberto várias novas nesse mês e queria indicar The Fratellis. As letras não fazem absolutamente sentido nenhum (e olha que eu estudei teoria da percepção), mas o ritmo é contagiante! Baby Fratelli, Country boys and city girls, For the girl e Flathead são ótimas. Outra coisa que tenho ouvido demais é Céu, graças à Tandi, huahuahua!! As músicas viraram quase um mantra...o dia não termina sem que eu cante pelo menos uma vez  "menino bonito, menino bonito, ai", rsrs. 

E agora falando sobre blogs. Acabei de descobrir que a dona Thais, mais conhecida como Lady, também tem um blog. Então acessem:
www.super-tudo.blogspot.com  

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|mood|  
anxious
|music|
For the girl - The Fratellis
 
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1° semestre [
13.8.07 - 3.08pm
]
get on your dancing shoes

Tão certo quanto a chegada de papai noel é o meu balanço de fim de ano em dezembro, porém eu estava tão entediada hoje que resolvi fazer um balanço de meio de ano, rs.

1° Semestre de 2007

Uma Música: Ah, eu gostaria de falar que foi alguma da Daughtry, Keane, Snow Patrol, mas alguns momentos divertidos desse semestre tiveram como música de fundo Galopeira, do Chitãozinho e Xororó (tudo culpa desse povo de Goiânia, huahuahauhua) e A-L-O-N-S-O It’s Alonso, rs (isso foi esse ano, Carol?). É, podem rir.
Um Filme: Nenhum, por enquanto. Homem Aranha 3 e HP foram legais, mas não o suficiente para merecer o prêmio de “Filme do semestre”.
Um livro: Alguém tem alguma dúvida de que vou responder “HP and the Deathly Hallows” pelos próximos 10 anos?
Uma Descoberta: Meus parentes da Espanha, faculdade e os 3 irmãos e 3 sobrinhos da Mic, rsrsrs.
Uma Viagem: Sem viagens, infelizmente. Serve aquela que ainda não aconteceu? 2010, hey!
Uma Frase: “Ihihi, amiguinhos, olha a Jujuba aliii”
Uma Lição: Tudo é gestalt!
Momento DUH: Lore, Bia, Ju e Mone comendo um omelete gigante de 12 ovos com pão, polenguinho e ketchup...e isso tudo só para ver a cara de terror da Mic por 20 segundos, rsrs. E Bia ainda é super agradável! “Ah, se aparecer alguma coisa meio vermelha na gema, era o feto”, rsrs.
Um programa de TV: O season finale de Lost e minhas descobertas: The Office e Scrubs.
Uma lembrança engraçada: Patinação no gelo com a Carol, torcida do Liverpool às 3 da manhã (pobre Nayara), “Can you dance like a hippogriff ma-ma-ma-ma-ma”, “Foi num baile em Assunción, capital do Paraguai”, “Eu vou fazer um leilão”, “e que a sua vida seja repleta de flores, estrelas...”, todos os momentos da CdG RJ (festa trash, mic acordando todo mundo com aquela câmera maldita, os quartos temáticos: Alaska e Saara, “Hem! Bruto!”, eu, Bia, And e Lady acordadas até 6:00 da manhã falando da vida e acompanhando a perseguição policial na rua), “É um pingüim, um pingüim...BATMAN!”, sexta trash no msn, “iii, olha a jujuba aliii”...
Uma lembrança ruim: Nada que tenha marcado, pelo visto, já que não consigo lembrar...
Um show: O do Keane que não fui? Ou o dos Monkeys que talvez não vá?
Um programa de índio: Nenhum que tenha superado CdG HH, rsrs!
Um evento: PAN!!!
Uma alegria: UFF - Jornalismo
Uma Paixão: Família e amigos
Uma conquista: Entrar na UFF
Um novo amigo: Eu poderia citar várias pessoas agora, mas como só posso uma: a Batata, também conhecida como Iane. Ah, e tem a Cris e a Gabi...e chega ou depois eu esqueço de alguém e tenho que ouvir reclamações, rs.
Uma derrota: Ping Pong...para o meu irmão, rs.
Um fato pra ser esquecido: Uhnn...não consigo lembrar de nada, então já deve ter sido esquecido.
Um momento inesquecível: Vários, oras. Pisar na UFF pela primeira vez, CdG RJ...
Vai deixar saudades: Tudo o que foi citado acima. Mas no próximo semestre tem mais, rs. 

E eu chamo isso de o cúmulo do tédio! Agora vou fazer o lay da Tan o/

P.S.: Ah, sabe o show dos Arctic Monkeys e do The Killers? Pois é, eles só vão tocar no mesmo dia em São Paulo e Curitiba. No Rio de Janeiro, eles estão em dias separados. Just great. Tããão previsível...

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|mood|   
cheerful
|music|
Dancing Shoes - Arctic Monkeys
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the office [
10.8.07 - 2.32pm
]
"pam-pong"

Hey!
Lembra que citei os primos espanhóis no último post? Pois é, eles vieram e eu comprovei que de espanhol só sei "¿hola, que tal?" (não vá se animando ainda, Carolina) e olhe lá! Depois de algumas falhas de comunicação e da minha tentativa frustrada de explicar para a Lorena, a espanhola, que os quadros na parede são resquícios do tempo que eu conseguia desenhar e pintar outras coisas além de coqueiros (ela saiu daqui achando que eu realmente entendo de artes, rs), percebemos que se falarmos devagar, eles conseguem entender praticamente tudo, porque sabem um pouco de gallego. Em poucos minutos, todos estavam se empenhando na comunicação e terminando todas as palavras com "ción" para facilitar a compreensão dos turistas, rs. Outro problema eram os nomes duplicados. A minha família, aparentemente, é extremamente criativa. Todos os homens se chamam José e a maioria das mulheres, Dolores. Nesse dia, nós tinhamos a Lorena brasileira e a espanhola, o Angel brasileiro e o espanhol, a Helen espanhola e a Helena brasileira...enfim, o único nome que não era duplicado era o da esposa do Angel, Mariana, que, ironicamente, era o nome mais comum! Enfim, em uma semana, os espanhóis já são mais brasileiros do que eu. Já foram no Maracanã, todos os pontos turísticos do Rio, ensaio da Viradouro, praias e ontem fomos visitar o Museu de Petrópolis e fazer compras. Deixando de lado o engarrafamento fenomenal que enfrentamos, o dia foi bem divertido. Lorena e Mari, as espanholas, estavam se sentindo em um parque de diversões já que o euro praticamente triplica quando chega no Brasil. Saíram com uma peça de roupa de praticamente todas as lojas e tivemos que parar até no meio da estrada para ver bolsas artesanais, rs. Depois, fomos para o Museu Imperial, cuja atração principal... é o chão encerado! Quase levei um tombo na sala da coroa, pois entrei correndo com as pantufas para deslizar melhor,  sem contar que fiz moonwalk a maior parte do percurso, rs (*imaginando CdG no Museu de Petrópolis...vamos ter que vender os rins para pagar o prejuízo por ter acabado com o quarto de Dona Leopoldina e cia*). Ver a felicidade e o entusiamo deles com a viagem faz com que eu me lembre dos meus olhinhos brilhando quando pisei pela primeira vez no aeroporto...e lembra também que agora só devem faltar mais uns 800 dias para que eu pise novamente \o/

E agora na coluna "Série da semana", indico The Office. Comecei a assistir há um mês, mais ou menos e estou adorando.  Não é um humor escrachado que faz você rir durante 30 minutos, como Friends, mas é bem inteligente. Os "personagens" que surgem no dia-a-dia de escritórios comuns estão todos retratados ali, como o chefe que tenta ser engraçado e amigo de todos e acha que é amado por todos os funcionários. Os conflitos, a interação entre os funcionários, as disputas, enfim, a vida dessas pessoas que muitas vezes esbarramos na rua. É claro que alguns personagens são exagerados e, vamos dizer, "figuras" demais, como o Dwight, mas o que seria das séries de comédia sem eles?!

Só mais dois episódios para o season finale de House, no Universal Channel. Eu me pergunto como essa série fica melhor a cada episódio...o de ontem (Resignation) foi simplesmente brilhante. 

Mais uma coisa. Os ingressos para o Tim Festival já vão estar a venda a partir do dia 27 de agosto, se não me engano. Eu, Cris e Gabi pretendemos ir no Arctic Monkeys e no The Killers. Comprem rápido, pois os ingressos de meia-entrada acabam antes que você consiga gritar o nome completo de uma música dos Monkeys, rs (é verdade, já viram You Probably Couldn't See for the Lights but You Were Looking Straight at Me?)

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|mood|  
annoyed
|music|
Atlantic - Keane

 
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nominees [
4.8.07 - 5.35pm
]

  "You acted like a human being. I acted like...House"

Primeiramente, obrigada por todos os scraps, depoimentos, mensagens, telefonemas, e-mails, vídeos, surpresas e cia. Pronto, já sou maior de idade...e minha vida não mudou absolutamente nada, diga-se de passagem, rs.

As férias estão realmente boas, não posso reclamar de nada! Já encontrei o pessoal do Elite que não via há décadas, assisti jogos do Brasil, li HP7 e ontem fui no IACS buscar meu boletim (tecnicamente, ele deveria estar na internet, na página do aluno, mas eu estaria pedindo demais do ensino público brasileiro). Eu e Iane acordamos 8:00h da manhã para conseguir chegar na UFF às 10:00h (sim, São Gonçalo é longe) e surpresa: o departamente só abriria às 14:00h. Cogitamos a possiblidade de voltar para casa, mas depois de ter acordado praticamente de madrugada (8:00 é madrugada para quem passou 20 dias acordando meio dia), prometi só sair de lá com as notas na mão! Perdi as contas de quantas voltas nós demos no Plaza, olhando cartões e escolhendo presentes para aniversários que só aconteceriam em setembro. Foi ótimo e eu acredito que teria sido mais divertido se eu não estivesse usando uma sapatilha que não foi projetada para seu dono andar mais de 100 metros. Por fim, conseguimos pegar todas as notas, menos a do Vergara. Mais uma vez, seria pedir demais do ensino público brasileiro se uma nota ou outra não estivesse faltando. 

Porém, não foi para isso que vim aqui hoje. Como só faltam 25 dias para a volta de Prison Break (segundo a contagem capenga de Tandi e Lore, que começou no 160 e tantos), estou tentando voltar para o mundo das séries que tinha abandonado para me concentrar no mundo potteriano. Já que praticamente meu top5 completo está em hiatus, descobri algumas séries novas e redescobri outras antigas. Scrubs, por exemplo. Uma das séries que eu sempre assistia a propaganda e me perguntava como alguém poderia assistir algo tão besta. No entanto, ela é inteligentíssima! Os diálogos são maravilhosos, as situações, a imaginação fértil do JD (digna de um cedêgiano e lembrando "O fantástico mundo de Bobby"), a versão humana do Dr. House, enfim, recomendo. E também voltei a assistir Supernatural. Tinha parado graças ao meu pai e ao Jack Bauer que resolveu salvar o mundo no mesmo horário que os irmãos Winchester corriam atrás de bestas sobrenaturais. Porém, desde que a FOX resolveu estragar a festa de todos os fãs e dublar a programação, meu pai desistiu de 24 horas (ALELUUIA, ALELUUUIA) e eu pude voltar a assistir Dean e Sammy. Infelizmente, tive que parar de ver Bones, porque é impossível ouvir a dubladora da Dr. Brennan por 3 segundos sem cair na gargalhada. Claro que já apelei para a tecla SAP e deu para entender, mas perdi vários termos técnicos, já que é uma série de antropologia forense. É a mesma coisa que assistir House sem legendas e tentar desvendar qual é a doença do pobre sujeito. 
Lá vou eu fugindo do assunto novamente...deixa eu falar logo antes que me esqueça. EMMY! O Oscar da televisão. Como sempre, os indicados não são lá muito bons, mas é consenso geral entre os fãs que as pessoas que arrumam esses indicados não assistem televisão. E eles são:

Melhor série

Grey's Anatomy
House
The Sopranos
Boston Legal 
Heroes

Bom, até que nessa categoria não posso reclamar muito. Tudo bem que acho ABSURDO Lost e Prison Break ficarem de fora, mas toda as séries são boas, com exceção de Boston Legal que não posso falar, pois nunca vi. Contudo, por mais que esteja gostando muito de GA agora que parei de criticar e resovi assistir, não acho que mereça ganhar. É umas das séries de maior audiência, pois utiliza quase a mesma receita de novelas das 8 (só que com diálogos bem, bem melhores...e situações...e atores...ok, chega). Heroes é uma ótima série, mas não tenho acompanhado com muita frequência. The Sopranos, apesar de nunca ter visto nenhum episódio, parece ser uma das melhores séries já existentes, segundo o que eu ando lendo. E depois do Abruzzi, eu adquiri uma certa simpatia por situações envolvendo a máfia, rs. Porém, eu sou leal e vou torcer pela série que acompanho fielmente desde o primeiro episódio e que nunca me decepcionou. House. Inteligente, divertida, sarcástica, irônica, séria. Um trabalho primoroso mesmo, é difícil encontrar coisas assim na televisão. 

Melhor Atriz

Minnie Driver
Edie Falco
Kyra Sedgwick
Patricia Arquette
Mariska Hargitay
Sally Field

Nem falo nada sobre essa categoria...tantas atrizes boas e essa é a seleção? Pelo menos não incluiram a Ellen Pompeo dessa vez *rolls eyes*. Estou torcendo pela Mariska, de Law and Order SVU. 

Melhor Ator

James Gandolfini
Hugh Laurie
Denis Leary
Kiefer Sutherland
James Spader

É um mistério para mim como eles têm coragem de colocar o Sutherland como melhor ator...simplesmente um mistério, já que (NA MINHA OPINIÃO, vamos deixar bem claro) o papel dele tem a profundidade de uma colher de chá. Nem preciso falar para quem vai a minha torcida. Hugh Laurie é um dos atores mais brilhantes que já vi...merece um Emmy para ficar junto com a coleção de Golden Globes. 

Melhor Atriz Coadjuvante

Aida Turturro
Lorraine Bracco
Katherine Heigl
Rachel Griffiths
Sandra Oh
Chandra Wilson

GA em praticamente todas! Não sei para quem torcer entre a Katherine (Izzie, de GA) e a Sandra (Christina), pois as duas são ótimas atrizes. Levando em conta toda a temporada, eu torceria para a Katherine, mas a Sandra foi fantástica na cena que chega em casa após o não-casamento com o Burke, então...que vença a melhor! 

Melhor Ator Coadjuvante

Masi Oka
Terry O'Quinn
Michael Emerson
Michael Imperioli
William Shatner
T.R. Knight

Nossa, os concorrentes dessa categoria são melhores do que alguns de "Melhor Ator"...não sei para quem torcer. Masi (Hiro, de Heroes) é ótimo, Knight (George, de GA) também...porém, eu serei fiel a Terry O'Quinn (Locke, de Lost) e Michael Emerson (Ben, de Lost) e, novamente, que vença o melhor!

Acho que já falei demais.

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P.S.:
Meus parentes da Espanha (que não conheço, btw) chegam aqui amanhã! Vamos ver se consigo entender alguma coisa ou se devo desistir de vez do meu espanhol.

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|mood|  grateful
|music| This river is wild - The Killers

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pan [
30.7.07 - 6.06pm
]
 3 X 0 - 3 X 0 - 3 X 0 - 3 X 0 - 3 X 0...

Porque o Brasil é o país do vôlei. 

Apesar de ainda estar abalada com o final de Harry Potter e com a idéia de que não poderemos mais esperar por um outro livro, a semana do PAN serviu para esfriar um pouco a cabeça. Aceito e concordo com os argumentos a respeito da quantidade de dinheiro gasto em obras para apreciação dos estrangeiros, enquanto a verba poderia estar sendo direcionada para a saúde, educação e cia, maaaas...não consegui resistir. Precisava acompanhar ao vivo e a cores os jogos que vejo pela tv desde 2001! Conseguir os ingressos agora que as pessoas perderam a esperança no futebol e perceberam que o vôlei vale nosso dinheiro, foi praticamente uma missão impossível! Consegui comprar para a semi final e Ju comprou para as preliminares. Por ironia do destino, nossos lugares no maracanãzinho (para as preliminares) não eram maravilhosos, mas deu para ver o jogo muito bem. Já meus lugares para a semi final eram PERFEITOS. Estava quase dentro da quadra. Teria sido bem mais divertido se o jogo não fosse Eua X Cuba ¬¬ Mas tudo bem, foi ótimo mesmo assim, pois a torcida estava repleta de pessoas frustradas por não estarem assistindo o Brasil e que pareciam ter se conformado em virar cubanas e americanas por um dia. 
Foi realmente emocionante estar lá durante a entrada de Giba, André Nascimento, Rodrigão, Dante e todos os outros meninos depois de acompanhar todos as copas e ligas pela tv e vibrar com cada conquista do grupo. Uma pena que o Ricardinho também não estivesse lá, mas ele e o Bernardinho que se resolvam.
Também consegui assistir a final de Ginástica Artística, que foi ótima! Medalhas para Jade, Diego, Moziah, perdi as contas de quantas vezes cantamos o hino nacional (e todos se perdiam quando ele saltava do "brilhou no céu da pátria nesse instante" para "gigante pela própria natureza") e de quantas vezes eu briguei com as pessoas ao lado por estarem vaiando as atletas americanas, chilenas e cia. Entendo completamente as vaias em esportes coletivos, mas imagina a frustração de uma criança de 15 anos, completamente sozinha e nervosa, tentando lembrar de sua apresentação e sendo vaiada? Algumas pessoas ainda precisam entender que ginástica olímpica, salto a distância e cia não são futebol.
A semana foi extremamente divertida! Reecontrei o pessoal do Elite (Hiza, Talita, Taiara e Felipe), conheci a Lígia (será que todos os capixabas são figuras assim?) e participei do Survivor PAN com a Ju, rs. Acordamos cedo à toa, passamos fome, mas foi ótimo, rs. E ainda preciso devolver sua luva de baseball!

Para terminar, amanhã é meu aniversário. Sim, 18 anos, estou ficando realmente velha. Já posso assistir Jogos Mortais no cinema, entrar no Hard Rock, dirigir e chamar meu irmão de criança, rs. 

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|mood|    hopeful
|music|
Bones - The killers
{5}cellies // plan your escape


all was well [
22.7.07 - 6.44pm
]
 "bless the children, give them triumph now"

Acabou. É triste constatar esse fato, mas acabou mesmo. Depois de 7 anos acompanhando as vidas desses personagens, que já eram praticamente parte da minha história...anyway, não é hora para lamentações, pois Deathly Hallows foi simplesmente maravilhoso e digno de ser o-último-harry-potter. Eu sinceramente não sei como fazer um review, já que esse é o livro com mais acontecimentos por frase, mas vou tentar destacar o que mais chamou a minha atenção. 

--> Esse livro mudou meu conceito a respeito de vários personagens O.o Dudley Dursley ao invés de um porco com peruca loura, virou um anjinho de cabelos cacheados. Eu sabiiiia que ele gostava do Harry, sabia! Mas foi um tanto quanto chocante vê-lo dizendo "I dont think you're a waste of space" e a Petúnia se desmanchando em lágrimas, rsrs. Draco Malfoy era outro que eu não achava que era somente um menino implicante. Sempre o enxerguei como uma pessoa ruim mesmo, ambiciosa, sem escrúpulos...e, bom, ele é isso tudo, mas, diferentemente de Tom Ridlle, ele ama a família, tem um pouco de moral, sabe reconhecer quem o ajuda e é bem mais covarde. Gostei do final, 19 anos depois. Não esperava que ele viesse aos pulinhos e gritinhos para abraçar o trio, mas ele os cumprimentou com respeito...reconhecimento. Dumbledore despencou do meu pedestal! Eu, assim como Harry, colocava Dumbie acima dos conflitos estúpidos da raça humana. Dumbledore era Dumbledore. No fim das contas, descobrimos que Dumbledore era um ser humano...que errou e acertou, tem muitos fantasmas do passado, mas soube escolher o caminho certo no fim e isso que deve contar, não? Snape. Ok, ele era inocente, blah, blah, blah. Já previa isso, apesar de querer que ele fosse culpado...contudo, adorei o final que deram para o personagem. Dessa forma, ninguém o coloca como um herói trágico, mas como o homem que se arrependeu e dedicou a vida a ajudar a proteger o filho da Lily. Aliás, eu sempre soube que alguém ali era apaixonado pela Lily, só não sabia se era o Tom ou o Snape, rs! E agora finalmente entendi porque aquela memória (a do James virando ele de cabeça para baixo) era a pior. Sempre achei um pouco idiota que a pior memória dele, que já passou por tantas coisas, fosse uma brincadeira de escola, por pior que tenha sido. Mas não foi isso. Essa foi a pior memória, pois foi o dia em que ele chamou a Lily de "mudblood". Kreacher. Depois dessa, eu tenho que concordar com a Mione! Tudo que o Kreacher precisava era de atenção e carinho O.o Não consigo pensar se teria sido diferente caso o Sirius o tratasse bem...anyway, agora não tem mais jeito. Só sei que ele ficou mais dócil que o Dobby mandando o Harry lavar as mãos antes da refeição, rs. 

--> Eu passava pela página rapidamente para ver se não tinha nenhum "avada kedavra"  ou "crucio" em itálico e se eu poderia ler tranquilamente...doce ilusão! Como Mic disse, foi Harry Potter em ritmo de Duro de matar, rs. Acho que a única parte tranquila foi metade do casamento do Bill e da Fleur, quando todos ainda estavam no clima paz, amor e harmonia e o pior problema parecia ser a chegada do Krum, rs. Os diversos acampamentos, a sequência no Ministério da Magia, Godric's Hollow, Gringotts...a batalha de Hogwarts! Foi simplesmente fantástico perceber que ninguém (a não ser a Pansy) parecia disposto a entregar o Harry e dormir com a consciência tranquila. Todos tinham um motivo para lutar, alguém para lutar... e enquanto alguém em Hogwarts estivesse disposto a lutar por essa causa, Dumbledore estaria ali. 

Personagens:

Harry --> Por incrível que pareça, ele estava bem...aceitável, nesse livro! Compartilhei das dúvidas dele em relação a Dumbledore, chorei com a caminhada até a floresta e as lembranças dos primeiros anos de Hogwarts, dos amigos. Além disso, parece que ele finalmente entendeu que não é nada sem os amigos e valorizou como nunca o apoio de Ron, Mione, inclusive contando com o Neville para terminar a missão dele caso ele morresse. 

Ron --> Particularmente hilário! Desde que ele leu o tal livro de dicas de conquista, eu não conseguia parar de rir um segundo. Logo ele, cuja marca principal sempre foi ter a sensibilidade de uma colher de chá, conjurando lenços toda vez que a Mione chorava? Chorei demais (aliás, me diga um momento desse livro onde eu não chorei ¬¬) quando ele saiu do acampamento. Algumas pessoas ficaram extremamente revoltadas com a JK por ter colocado o Ron na posição de "traidor", mas discordo completamente. O importante não foi o fato dele ter saído, mas sim, a sua volta. Aliás, através do medalhão da Sonserina (que lembra o "um anel" de SdA, rs) percebemos como ele realmente se sentiu durante todos esses anos...sempre vivendo a sombra de todos os irmãos. Qualquer conquista que ele fizesse, não seria suficiente, pois os irmãos já tinham feito tudo. Monitores, capitães de quadribol...e como se isso não bastasse, ele virou o melhor amigo de quem? Harry Potter! Ron sempre ocupou a posição de secundário e parecia não aguentar mais isso, principalmente com as dúvidas em relação à Mione e o Harry, que sempre foram os principais argumento dos abóboras. O lógico seria que a mocinha terminasse com o mocinho, certo? Bom, não nessa história. 

Hermione --> Brilhante! Seguiu o Harry até o fim, mesmo quando ele não sabia para onde ir, mesmo sabendo que nunca mais poderia ver os pais. Se não fosse por ela, ele provavelmente ainda estaria procurando pela primeira horcrux. Aliás, ele ainda estaria procurando pela pedra filosofal, rs. E créditos especiais para a bolsa do gato félix!

Neville --> Nenhuma semelhança com aquele menino gorducho e medroso do primeiro livro. Ele finalmente conseguiu provar seu valor para os amigos e para a avó. Até a espada de Griffindor reconhece isso.

Luna --> Nossa...o quarto dela, com os retratos dos amigos ligados pela palavra "friends"...Luna parece nunca ter tido amigos verdadeiros na vida e, por isso, dá muito valor a tudo que conquistou na DA. Além disso, é uma das pessoas mais corajosas do livro, conseguindo manter a calma até nos momentos mais críticos. 

Weasleys --> Sem comentários, essa é A família. Normalmente, eu escreveria "com exceção do Percy", mas ele já recuperou o direito de ser um Weasley. 

Nossa, eu sinto que ainda tenho tanto para falar, mas não estou com disposição para escrever mais nada! Desde sábado, tudo o que eu tenho feito é discutir esse livro, rs. Por fim, um adeus às vítimas da maior serial killer dos últimos tempos. JK Rowling.
Ela não poupou nem as corujas. Então, adeus Edwiges, Mad Eye Moody, orelha do George (eles conseguiram fazer piada até em um momento desses, rsrs), Snape, Bella (JÁ VAI TARDE!! GO, MOLLY, GO!!), Voldemort, Fred...ahh...ele morreu rindo da única piada do Percy. Algo me diz que Percy nunca mais fará piadas na vida...ok, continuando...Dobby, Colin, Lupin, Tonks...ok, chega...
E bem vindos ao mundo Teddy, Rose, Hugo, Lily, James, Albus Severus, Victoire e todos os outros rebentos.

Ainda não acredito que acabou.

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|mood|   nostalgic
|music| Nothing in my way - Keane
 
{13}cellies // plan your escape


ôôôÔÔôôô amanhã ôôôÔÔôôô [
19.7.07 - 7.23pm
]

 "don't worry, Hermione...I'll go easy on you"

Porque o lançamento de Harry Potter and the Deathly Hallows merece ressuscitar esse LJ adormecido.

Estou esperando por esse livro desde os 11 anos, quando eu ainda achava que minha coruja não tinha aguentado a longa distância e teria se afogado no oceano Atlântico, mas Dumbledore estava providenciando outra. Para falar a verdade, eu ainda acredito nisso, rsrs. Se eu fosse enumerar o número de coisas que devo a HP, não conseguiria colocar tudo em um post. Só de pensar que se não fosse pela Tia JK e sua brilhante idéia, eu provavelmente não conheceria figuras que hoje são indispensáveis na minha vida...enfim, pode parecer pouca coisa, mas HP é muito importante para mim e é triste pensar que amanhã acaba tudo. Sem mais teorias, sem mais especulação, sem mais ron-hermione ou hermione-harry. Em compensação, em 2010 teremos o parque e ainda sobraram 2 filmes...e os verdadeiros frutos desse livro eu vou carregar para vida toda.

Mas então...AMANHÃ!!! AMANHÃÃÃÃ!!! Estarei na porta da Siciliano, às 7:59, fazendo contagem regressiva para abrirem as caixas. E é isso. Até dia 23 de julho, pois eu não coloco o pé fora do meu quarto até chegar na última página desse livro.

P.S.: Se não quiser ter uma morte violenta, não ouse colocar spoilers nos comentários. Grata. 

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|mood|   cheerful
|music| Do the hippogriff - Harry Potter Soundtrack

{3}cellies // plan your escape


desciclopédia [
19.5.07 - 10.24pm
]

É, eu poderia estar preparando um dos 4 seminários. Eu poderia estar estudando para a prova de linguística. Eu poderia estar lendo o texto de Fenomenologia da percepção. Contudo, daqui a meia hora, aproximadamente, OUVIREI A DAUGHTRY AO VIVO!!!!!!!!!! Sim, sim, sim! É o Kiss Concert! Várias bandas já se apresentaram e a próxima é a Daughtry...e...eu...vou...ouvir...ao...vivo!!!! Obrigada, doce internet, obrigada.

Enquanto estava esperando o show, resolvi acessar a tal da Desciclopédia que todos falam. É uma espécie de Wikipédia com toques de Saturday Night Live, rs. Olhe o que ela tem a nos informar sobre o verbete "Lost".

“Essa turminha caiu numa ilha desconhecida e agora terá que enfrentar grandes perigos e vão aprontar a maior confusão para achar a saída, não perca!”
~ Narrador da Sessão da Tarde sobre Lost

“Vocês morreram e essa série não tem fim.
~ Mestre dos Magos sobre Lost

“Se Jack fosse substituido pelo Jack Bauer, o seriado não se chamaria LOST, e sim FOUND!”
~ Fã de 24 Horas sobre Lost

“Acho que estamos no Acre”
~ Locke para Jack sobre Lost

“É uma cilada, Bino!”
~ Pedro para Bino, sobre Lost

“É isso aí, um grupo de doze pessoas, presas neste lugar, e você acompanha tudo pela TV”
~ Pedro Bial sobre Big Lost Brasil

“Isso non ecziste”
~ Padre Quevedo sobre Fumaça Preta de Lost

“SOME DAQUI! SOME DAQUI! SOME DAQUI!”
~ João Gordo sobre Fumaça Preta de Lost

“Aposto que eu encontro eles!”
~ Google Earth sobre Lost

“Fish! Fish!”
~ Jin sobre ele mesmo
 

“El presidente de la ilha es un cadáber políticooooooo!”

~ Hugo Chávez sobre Jack, o manda-chuva de Lost

“Tudo é uma mera ilusão do "mundo inferior"”
~ Platão sobre ilha de lost

“Uhhhh! Pra que serve esse botãããããão?”
~ Didi (irmã do Dexter) sobre o sentido do botão da escotilha
 
LOL!! Muito boa!! E ainda tem mais nesse
link

Por curiosidade, procurei  "24 horas" na desciclopédia e olhem alguns fatos curiosos que eles acharam sobre a série:

"- Jack Bauer não bebe água durante 24 horas

- Jack Bauer não come durante 24 horas

- Jack Bauer nunca vai ao banheiro

- A bateria do celular nunca acaba, mesmo sendo utilizado durante todo o dia.

- Enquanto os terroristas atiram por muitas vezes por minuto e não atinge Jack Bauer, o mesmo basta atirar uma vez e os caras morrem. "

Depois dessa, abandonei a wikipedia! A desciclopédia é o que há!

Boa noite, pessoas. Daughtry já vai começar..rock on!

Cell door closed

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|mood|    thankful
|music| Over You - Daughtry

{7}cellies // plan your escape


go, spidey, go [
5.5.07 - 11.13am
]

"The greatest battle lies...within"

Hey! Eram 00:36 e eu havia acabado de escrever meu review de Homem Aranha. Muito orgulhosa do meu humilde post, apertei o botão "enviar" e aguardei até a tela de edição do LJ confirmar que meu texto estava "publicado". Por pura ironia desse destino...err...bom, eu poderia pensar numa série de palavrões, inclusive em alemão, mas vamos chamá-lo de maroto, sim? Pois bem, o destino maroto resolveu que eu não tenho mais nada para fazer da vida e apagou meu trabalho de 3 horas. Tudo, tudo. Não sobrou nem o ponto final para contar história. Sinceramente, nessas horas eu tenho que concordar com a minha avó...uma máquina de escrever nunca faria isso. Enfim, somente passando por experiências assim você consegue entender porque os vilões viram vilões. Contudo, ainda inspirada pela atmosfera otimista do filme, desliguei o computador antes de pensar em destrui-lo com um martelo e resolvi escrever o texto e digitar no dia seguinte. Nós podemos confiar no papel. Vou tentar lembrar o que estava no original, mas tenho certeza de que o destino...uhhnn...maroto também não irá permitir que isso aconteça.
Acordei às 8:00 da manhã e às 10:50 já estava na fila inexistente para a sessão de 12:10 de Homem Aranha 3. Eu explico: depois de Splash Mountain, Space Mountain e uma espera de 10 dias na fila para a estréia de SdA (sendo que esta começava no New York e terminava no Barra shopping), fiquei traumatizada e agora chego 4 horas antes do filme. Porém, aparentemente, pessoas normais não assistem Spider Man antes do almoço e a sessão não estava muito cheia. O filme foi ótimo. Com certeza, não agradará muitos fãs, mas foi divertido e bem conduzido.
Antes de qualquer coisa, preciso deixar bem claro que esse review pode ser extremamente parcial, já que SM é um dos poucos heróis que merecem minha consideração. Com exceção dos X-Men, Superman, Batman, Robin e cia nunca me convenceram, mas a história de Peter Parker sempre prendeu minha atenção por diversos fatores. Primeiramente, ele é um idiota. Sim, sem eufemismos. Peter é um garoto deslumbrado, bobo, azarado e, principalmente, humano. Tem momentos bons e ruins. Chora e ri. Erra e acerta. Stan Lee não criou um personagem inatingível. Desde o primeiro filme, saimos do cinema dando graças por nossas vidas comuns e ordinárias e não desejando uma visão de raio-x ou um bat-móvel. Parker é somente um garoto nerd que foi picado por uma aranha e está aprendendo a lidar com isso. Aprendendo a lidar com os "grandes poderes" e as "grandes responsabilidades", mesmo que contrariado. Está sempre prestes a perder o emprego, tem o pior chefe do mundo, mora em um lugar nada agradável e não consegue conciliar a vida dupla. Na minha opinião, Homem Aranha desvia do caminho óbvio da imponência dos super heróis quando joga um humano dentro desse turbilhão de acontecimentos. Não temos um herói homogêneo, que sempre toma a decisão mais nobre, porém um que mostra que as escolhas determinam quem alguém é (Momento Dumbledore). Mas como estamos falando de HQs, é claro que a habilidade de escalar paredes e lançar teias ajuda um pouco, rs. Não quero incitar discussão nenhuma, só deixar claro que é impossível ser imparcial quando o assunto é SP. Mesmo que o filme fosse péssimo, eu, provavelmente, iria gostar. Avisados? Vamos para o filme? Pros and cons, then.

Pros
-->MJ já sabe quem é o Homem Aranha e isso facilita tudo. Ou não! Com o fracasso de sua carreira na Broadway e o sucesso da "carreira" de Peter, é colocada em questão a importância da moça em relação ao uniforme. A revolta dela é compreensível ou todo mundo achou que aquele "Go get them, tiger" iria durar para sempre, rs?
--> Humor. Definitivamente, o filme é engraçado. das cenas do JJ (aliás, foi impagável a sequência da garotinha que vendeu a câmera - sem filme - por 100 dólares) à dancinha. Da ironia ao pastelão.
--> Vilões. Eu adoro os vilões de Homem Aranha. Adivinhem? Eles também são humanos. Ninguém nasce sedento por poder e glória a qualquer custo, muahaha. Todos são moldados pelo meio em que vivem, blah, blah, blah. Quem não sentiu pena do Dr. Octopus quando ele se sacrificou para salvar todos? Do Homem de Areia e sua filhinha doente? Do Harry querendo compensar a rejeição do pai vingando sua morte?
--> Efeitos especiais. Sem comentários! A cena em que o Eddie vira Venom foi fantástica!
-->Harry e Peter vs. Venom e Homem de Areia. A luta final foi maravilhosa. E descanse em paz, Harry.
--> Participação especial do Stan. Ninguém reparou, mas depois de assistir uma temporada inteira de "Who wants to be a super hero?", eu reconheço o Sr.Lee em qualquer lugar, rsrs. 
--> Moral da história. Porque SM sem lições politicamente corretas, não é SM. 

Cons
--> Crise emo do Peter. Entendo que a intenção foi ser engraçado (e COMO foi!). Entendo que a simbiose ressalta as características negativas. Entendo a agressividade. Mas, for crying out loud, precisava passar maquiagem no Tobey?! E a jogada da franjinha no melhor estilo "loreal-porque-eu-mereço"?? E a dancinha????!!! Não precisavam ter exagerado tanto.
--> Onde está o Venom? A participação de um dos melhores vilões durou alguns minutos. Desperdício de Venom e de Topher. 
--> Muita história, pouca duração. Não, eu não queria um filme de 3 dias, mas poderiam ter deixado o Venom para o próximo. Três vilões  + conflitos internos do Peter = Dois filmes. 

Minha classificação: bonequinho sentado, aplaudindo e escorregando da cadeira de tanto rir. 

P.S.: A minha discussão a respeito da tendência "emo" dos super heróis com a Tandi e a Rafa merecia muitos mais do que um PS! Concluimos que nem o Chapolin está seguro da invasão, que a Rafa é a mestra dos fenômenos sobrEMOnaturais e que Bond, Legolas, Zorro e cia não passaram por sua severa análise. Herói de verdade é Chuck Norris, rsrsrs!
P.S.2.: Não, eu não tenho nada contra emos, yadda, yadda yadda.

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|mood|  ecstatic
|music|
Somewhere a clock is ticking - Snow Patrol

{3}cellies // plan your escape


welcome to prisneyland [
11.2.07 - 3.20pm
]

1, 2, 3...testando.

Hey! Eu não seria Lorena Piñeiro sem começar um novo blog, de vez em quando. O que há de errado com o antigo? Absolutamente nada, mas eu precisava respirar novos ares, rs. 
Créditos para a Ju que participou da saga para escolher o nome (de 22:43 do dia 28 até 00:07 do dia 29), tudo porque eu cismei com nomes de músicas. Antes de ter que apelar para clássicos do sertanejo
, resolvi usar o nome que eu e Tan escolhemos para nosso fan LJ de Prison Break...que nunca saiu do bloco de notas. Tan, me perdoe. Se você ainda quiser o fan LJ, eu vou para a cela 41, rs. 
Falando nisso, uma bala para quem adivinhar o porquê do nome do LJ. É difícil, hein?

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|mood|  bored
|music|
 Snowed Under - Keane




{9}cellies // plan your escape


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